Do G1 – A Ympactus Comercial, conhecida pelo nome fantasia Telexfree, entrou com pedido de recuperação judicial, informou a empresa por meio de comunicado em sua página no Facebook. Segundo a nota, a medida “visa proteger seus divulgadores e a empresa no Brasil”.
Procurado pelo G1, o advogado da empresa, Horst Fuchs, afirmou que o pedido foi protocolado na quinta-feira (19) na Justiça do Espírito Santo, mas não informou o valor da dívida.
“Vai ser divulgada uma nota sobre o assunto e o diretor Carlos Costa também fará um esclarecimento em vídeo aos divulgadores”, disse o advogado, sem dar mais detalhes sobre a medida tomada pela empresa para tentar garantir o pagamento de seus credores.
A Telexfree é investigada por suspeita de pirâmide financeira e está com as atividades e as contas bloqueadas, a pedido do Ministério Público do Acre (MP-AC).
No
primeiro dia da greve dos bancários, 6.145 agências e centros
administrativos de bancos públicos e privados ficaram fechados nos 26
estados e no Distrito Federal, segundo balanço divulgado pela
Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf). Os
trabalhadores paralisaram as atividades hoje (19) por tempo
indeterminado. De acordo com a Contraf, são 1.013 unidades a mais que no
primeiro dia da greve no ano passado (5.132), um crescimento de 19,73%.
Os bancários reivindicam 11,93% de
reajuste, equivalente à inflação dos últimos 12 meses mais 5% de ganho
real, além de valorização do piso salarial, maior participação no lucro
dos bancos e mais empregos. Querem também o fim da rotatividade e das
terceirizações, melhores condições de saúde e trabalho, mais segurança
nas agências e igualdade de oportunidades. Os bancos ofereceram reajuste
de 6,1%. “A forte paralisação mostra a indignação da categoria com a
recusa dos banqueiros em atender nossas reivindicações, propondo apenas
6,1% de reajuste, enquanto seus altos executivos chegam a receber até R$
10 milhões por ano”, disse, em nota, o presidente da Contraf e
coordenador do Comando Nacional dos Bancários, Carlos Cordeiro
Segundo ele, os bancos têm ampla
condição financeira para atender as reivindicações dos bancários. “Não
aceitamos a postura dos bancos de negar aumento real para reduzir
custos”, acrescentou.
Cordeiro disse que, apesar dos lucros,
os bancos estão fechando postos de trabalho e piorando as condições
trabalhistas, com aumento das metas abusivas e do assédio moral. O
presidente da Contraf também destacou que, por falta de investimento em
segurança, tem crescido o número de assaltos, sequestros e mortes.
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No
primeiro dia da greve dos bancários, 6.145 agências e centros
administrativos de bancos públicos e privados ficaram fechados nos 26
estados e no Distrito Federal, segundo balanço divulgado pela
Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf). Os
trabalhadores paralisaram as atividades hoje (19) por tempo
indeterminado. De acordo com a Contraf, são 1.013 unidades a mais que no
primeiro dia da greve no ano passado (5.132), um crescimento de 19,73%.
Os bancários reivindicam 11,93% de
reajuste, equivalente à inflação dos últimos 12 meses mais 5% de ganho
real, além de valorização do piso salarial, maior participação no lucro
dos bancos e mais empregos. Querem também o fim da rotatividade e das
terceirizações, melhores condições de saúde e trabalho, mais segurança
nas agências e igualdade de oportunidades. Os bancos ofereceram reajuste
de 6,1%. “A forte paralisação mostra a indignação da categoria com a
recusa dos banqueiros em atender nossas reivindicações, propondo apenas
6,1% de reajuste, enquanto seus altos executivos chegam a receber até R$
10 milhões por ano”, disse, em nota, o presidente da Contraf e
coordenador do Comando Nacional dos Bancários, Carlos Cordeiro
Segundo ele, os bancos têm ampla
condição financeira para atender as reivindicações dos bancários. “Não
aceitamos a postura dos bancos de negar aumento real para reduzir
custos”, acrescentou.
Cordeiro disse que, apesar dos lucros,
os bancos estão fechando postos de trabalho e piorando as condições
trabalhistas, com aumento das metas abusivas e do assédio moral. O
presidente da Contraf também destacou que, por falta de investimento em
segurança, tem crescido o número de assaltos, sequestros e mortes.
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