,
Instagram, Snapchat, WhatsApp, RPG, Candy Crush, Ask.fm, Secret… As
tentações virtuais são diversas e surgem a uma velocidade difícil de
acompanhar. Enquanto a maioria das pessoas faz uso moderado para se
comunicar ou entreter, muitas caem na trama on-line e não conseguem se
desconectar. O vício tecnológico é um problema sério, semelhante às
dependências químicas, alertam especialistas. De acordo com psiquiatras e
psicólogos que debateram o tema no congresso anual da Associação
Brasileira de Psiquiatria, realizado na semana passada em Brasília, um
agravante é que, diferentemente de álcool e drogas, esse ainda é um
campo desconhecido.
O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM),
considerado a bíblia da psiquiatria, inclui a dependência em jogos
eletrônicos na sessão III, indicando que ainda são necessários mais
estudos a respeito. Já a fixação em redes sociais e mensagens
instantâneas é um fenômeno tão novo que ainda não entra na classificação
— oficialmente, o termo usado para diagnóstico é uso problemático das
tecnologias.
Nenhum comentário:
Postar um comentário