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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Justiça concede direito de resposta à Robinson contra Henrique

As informações inverídicas, difamatórias e injuriosas divulgadas pelo candidato do acordão, Henrique Alves foram criticadas pela Justiça Eleitoral em decisão que concede direito de resposta na propaganda eleitoral em mais de 3 minutos a favor de Robinson. Na decisão, o juiz Cícero Martins de Macedo Filho critica a postura do candidato Henrique Alves. “Não descarto, também, que haja responsabilidade dos candidatos na divulgação de certas propagandas, pois é difícil acreditar que não possam, também, administrar o próprio marketing de suas campanhas. Não custa lembrar que pode passar também na cabeça dos eleitores a ideia de que quem não consegue administrar o próprio nível de suas campanhas talvez não tenha condições de administrar o Estado”.

Cícero também classifica a inserção de Henrique como “a inverdade contida na propaganda, que busca passar, com informações distorcidas, uma imagem negativa e maculadora da honra e imagem do candidato Robinson Faria”. A decisão da Justiça Eleitoral determina o direito de resposta baseado no artigo 58 da Lei nº 9.504/97 e punição com multa de R$ 50 mil caso a coligação União Pela Mudança insista em divulgar novamente a propaganda mentirosa.

A justiça eleitoral esclarece os fatos sobre os apartamentos adquiridos através de transação comercial que obedece a regras do mercado imobiliário. “Portanto, o Sr. Robinson Faria recebeu os apartamentos no referido Condomínio Residencial Jangadas, em Parnamirim, através de um negócio jurídico legítimo, legal e público, sem ter obtido tais unidades por meio de influência no Programa Minha Casa Minha Vida, como procurar fazer crer a propaganda impugnada”, destaca o juiz em sua sentença.

Da Assessoria de Comunicação de Robinson Faria
Os três anos consecutivos de seca no semiárido do Rio Grande do Norte mudaram as feições do Gargalheiras, em Acari, na região do Seridó, a 215 km de Natal. O açude-balneário que atrai milhares de turistas em tempos de cheia, agora vive a pior fase de sua história, o que tem afetado os trabalhadores que sobrevivem da atividade pesqueira e o abastecimento da cidade.

Com o mais baixo volume de sua história, 5,85% da capacidade total de 44 milhões de cúbicos de água, o açude mais famoso do Estado pode entrar em colapso se não chover nos próximos três meses,  prejudicando mais de 55 mil habitantes,  como mostrou o NOVO JORNAL na edição do último domingo.

O abastecimento d’água em Acari é feito pelo sistema adutor do Gargalheiras, operado pela Caern, mas se não chover até janeiro o açude pode entrar no volume morto e, consequentemente,  chegar ao colapso, disse o secretário de Agricultura, Meio Ambiente e Abastecimento de Acari, José Ari Bezerra Dantas.

A medida, explicou o secretário, deve atingir a zona rural do município, que terá de ser abastecida totalmente por caminhões-pipa. Pelo segundo ano consecutivo, o abastecimento d’água em Acari entra em racionamento.Nestes três anos de estiagem, muita coisa mudou para pior em Acari.O rebanho bovino foi reduzido em 50% e, apesar da situação crítica, a prefeitura ainda aguarda que a Secretaria de Recursos Hídricos do Estado (Semarh) instale cerca de 30 poços perfurados no município, que até agora ainda estão sem funcionar.

Há um ano e meio como  secretário, José Ari Bezerra Dantas disse que todas as medidas possíveis para minimizar os efeitos da seca foram tomadas, mas faltam recursos para fazer mais. O período que o Gargalheiras está sem “tomar” (receber) água agrava a situação de abastecimento, principalmente na zona rural.

José Ari não conta com a adutora de engate rápido, que vai transportar  água da barragem Armando Ribeiro Gonçalvez, em Assu, para  Acari e Currais Novos. O processo de licitação ainda não foi concluído (a previsão é novembro) pelo DNOCS. A construção ficará a cargo da Caern.Uma adutora desse tipo é prevista para ser construída em nove meses.

Não há previsão para início das obras e, por isso, somente as chuvas são a esperança para que o Gargalheiras volte a tomar água, fazendo com que o sistema de abastecimento seja restabelecido. Cento e cinco pontos da zona rural de Acari são abastecidos por um caminhão-pipa do Exército, que leva água para 50 famílias. Cada uma recebe o equivalente a 20 litros de água por dia.

Dos cerca de 30 poços artesianos perfurados pela Semarh há mais de três anos,  nenhum foi instalado, comentou o secretário que aguarda uma solução para o problema. Em Acari, estão em funcionamento apenas cinco poços da Semarh e dos oito perfurados pelo Exército, quatro não tinham água.

Sem água é difícil o gado sobreviver e a escassez fez o rebanho de Acari diminuir de 10 mil para 5 mil cabeças, contabilizou o secretário. “É uma situação muito complicada. Tenho 47 anos e nunca vi isso”, disse o secretário. A situação hoje é mais complexa porque aumentou o êxodo rural e a população urbana tem aumentado. O município tem uma população estimada em 11.349 (IBGE-2014).

Entre 1.500 e 2 mil pessoas vivem na zona rural, uma situação inversa da década de 1960, quando a população rural era de 40%.  “Vamos ter que estabelecer parcerias com os governos federal e estadual para encontrar medidas emergenciais”, comentou Dantas. 
- See more at: http://www.novojornal.jor.br/noticias/cidades/3370#sthash.Ymmsav6m.dpuf
Os três anos consecutivos de seca no semiárido do Rio Grande do Norte mudaram as feições do Gargalheiras, em Acari, na região do Seridó, a 215 km de Natal. O açude-balneário que atrai milhares de turistas em tempos de cheia, agora vive a pior fase de sua história, o que tem afetado os trabalhadores que sobrevivem da atividade pesqueira e o abastecimento da cidade.

Com o mais baixo volume de sua história, 5,85% da capacidade total de 44 milhões de cúbicos de água, o açude mais famoso do Estado pode entrar em colapso se não chover nos próximos três meses,  prejudicando mais de 55 mil habitantes,  como mostrou o NOVO JORNAL na edição do último domingo.

O abastecimento d’água em Acari é feito pelo sistema adutor do Gargalheiras, operado pela Caern, mas se não chover até janeiro o açude pode entrar no volume morto e, consequentemente,  chegar ao colapso, disse o secretário de Agricultura, Meio Ambiente e Abastecimento de Acari, José Ari Bezerra Dantas.

A medida, explicou o secretário, deve atingir a zona rural do município, que terá de ser abastecida totalmente por caminhões-pipa. Pelo segundo ano consecutivo, o abastecimento d’água em Acari entra em racionamento.Nestes três anos de estiagem, muita coisa mudou para pior em Acari.O rebanho bovino foi reduzido em 50% e, apesar da situação crítica, a prefeitura ainda aguarda que a Secretaria de Recursos Hídricos do Estado (Semarh) instale cerca de 30 poços perfurados no município, que até agora ainda estão sem funcionar.

Há um ano e meio como  secretário, José Ari Bezerra Dantas disse que todas as medidas possíveis para minimizar os efeitos da seca foram tomadas, mas faltam recursos para fazer mais. O período que o Gargalheiras está sem “tomar” (receber) água agrava a situação de abastecimento, principalmente na zona rural.

José Ari não conta com a adutora de engate rápido, que vai transportar  água da barragem Armando Ribeiro Gonçalvez, em Assu, para  Acari e Currais Novos. O processo de licitação ainda não foi concluído (a previsão é novembro) pelo DNOCS. A construção ficará a cargo da Caern.Uma adutora desse tipo é prevista para ser construída em nove meses.

Não há previsão para início das obras e, por isso, somente as chuvas são a esperança para que o Gargalheiras volte a tomar água, fazendo com que o sistema de abastecimento seja restabelecido. Cento e cinco pontos da zona rural de Acari são abastecidos por um caminhão-pipa do Exército, que leva água para 50 famílias. Cada uma recebe o equivalente a 20 litros de água por dia.

Dos cerca de 30 poços artesianos perfurados pela Semarh há mais de três anos,  nenhum foi instalado, comentou o secretário que aguarda uma solução para o problema. Em Acari, estão em funcionamento apenas cinco poços da Semarh e dos oito perfurados pelo Exército, quatro não tinham água.

Sem água é difícil o gado sobreviver e a escassez fez o rebanho de Acari diminuir de 10 mil para 5 mil cabeças, contabilizou o secretário. “É uma situação muito complicada. Tenho 47 anos e nunca vi isso”, disse o secretário. A situação hoje é mais complexa porque aumentou o êxodo rural e a população urbana tem aumentado. O município tem uma população estimada em 11.349 (IBGE-2014).

Entre 1.500 e 2 mil pessoas vivem na zona rural, uma situação inversa da década de 1960, quando a população rural era de 40%.  “Vamos ter que estabelecer parcerias com os governos federal e estadual para encontrar medidas emergenciais”, comentou Dantas.
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Os três anos consecutivos de seca no semiárido do Rio Grande do Norte mudaram as feições do Gargalheiras, em Acari, na região do Seridó, a 215 km de Natal. O açude-balneário que atrai milhares de turistas em tempos de cheia, agora vive a pior fase de sua história, o que tem afetado os trabalhadores que sobrevivem da atividade pesqueira e o abastecimento da cidade.

Com o mais baixo volume de sua história, 5,85% da capacidade total de 44 milhões de cúbicos de água, o açude mais famoso do Estado pode entrar em colapso se não chover nos próximos três meses,  prejudicando mais de 55 mil habitantes,  como mostrou o NOVO JORNAL na edição do último domingo.

O abastecimento d’água em Acari é feito pelo sistema adutor do Gargalheiras, operado pela Caern, mas se não chover até janeiro o açude pode entrar no volume morto e, consequentemente,  chegar ao colapso, disse o secretário de Agricultura, Meio Ambiente e Abastecimento de Acari, José Ari Bezerra Dantas.

A medida, explicou o secretário, deve atingir a zona rural do município, que terá de ser abastecida totalmente por caminhões-pipa. Pelo segundo ano consecutivo, o abastecimento d’água em Acari entra em racionamento.Nestes três anos de estiagem, muita coisa mudou para pior em Acari.O rebanho bovino foi reduzido em 50% e, apesar da situação crítica, a prefeitura ainda aguarda que a Secretaria de Recursos Hídricos do Estado (Semarh) instale cerca de 30 poços perfurados no município, que até agora ainda estão sem funcionar.

Há um ano e meio como  secretário, José Ari Bezerra Dantas disse que todas as medidas possíveis para minimizar os efeitos da seca foram tomadas, mas faltam recursos para fazer mais. O período que o Gargalheiras está sem “tomar” (receber) água agrava a situação de abastecimento, principalmente na zona rural.

José Ari não conta com a adutora de engate rápido, que vai transportar  água da barragem Armando Ribeiro Gonçalvez, em Assu, para  Acari e Currais Novos. O processo de licitação ainda não foi concluído (a previsão é novembro) pelo DNOCS. A construção ficará a cargo da Caern.Uma adutora desse tipo é prevista para ser construída em nove meses.

Não há previsão para início das obras e, por isso, somente as chuvas são a esperança para que o Gargalheiras volte a tomar água, fazendo com que o sistema de abastecimento seja restabelecido. Cento e cinco pontos da zona rural de Acari são abastecidos por um caminhão-pipa do Exército, que leva água para 50 famílias. Cada uma recebe o equivalente a 20 litros de água por dia.

Dos cerca de 30 poços artesianos perfurados pela Semarh há mais de três anos,  nenhum foi instalado, comentou o secretário que aguarda uma solução para o problema. Em Acari, estão em funcionamento apenas cinco poços da Semarh e dos oito perfurados pelo Exército, quatro não tinham água.

Sem água é difícil o gado sobreviver e a escassez fez o rebanho de Acari diminuir de 10 mil para 5 mil cabeças, contabilizou o secretário. “É uma situação muito complicada. Tenho 47 anos e nunca vi isso”, disse o secretário. A situação hoje é mais complexa porque aumentou o êxodo rural e a população urbana tem aumentado. O município tem uma população estimada em 11.349 (IBGE-2014).

Entre 1.500 e 2 mil pessoas vivem na zona rural, uma situação inversa da década de 1960, quando a população rural era de 40%.  “Vamos ter que estabelecer parcerias com os governos federal e estadual para encontrar medidas emergenciais”, comentou Dantas.
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