Ao falar sobre a oficialização da candidatura na sede do partido em Brasília, Marina disse que iria ler um discurso, ato que, nas suas palavras, não costuma fazer, mesmo porque “tem dificuldades pela contaminação por mercúrio”.
No discurso, Marina lembrou o legado deixado por Eduardo Campos, que era o candidato a Presidência pelo PSB. A trajetória do político foi interrompida com a queda do avião de sua campanha, ocorrida no último dia 13 em Santo, no litoral de SP, na qual morreram o ex-governador de Pernambuco e mais seis pessoas.
“A despedida de Eduardo foi afirmação da dignidade na política”, disse Marina, notando a comoção que a morte do político causou. Em certo ponto do discurso, a candidata chegou a ficar com a voz embargada ao falar sobre o primeiro programa da coligação que foi ao ar na TV.
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