A justificativa dos representantes comerciais é de que, com a autorização para aumentar os preços, os tradicionais descontos foram reduzidos ou mesmo cortados e que, com isso, a variação final ficou maior que a anunciada pelo Executivo. Os vendedores que ainda não repassaram o aumento dizem que o farão a partir de segunda-feira, quando novos lotes chegarão às lojas.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Farmácias suspendem descontos e alta de remédios chega a 15%
O Correio Braziliense destaca que a permissão do governo para que as
farmácias de todo o país possam reajustar os preços dos 6.234
medicamentos foi publicada ontem, no Diário Oficial da União. Mas os
estabelecimentos estão remarcando os remédios muito acima das
porcentagens estipuladas. Segundo a decisão da Câmara de Regulação do
Mercado de Medicamentos (CMED) — formada por representantes de vários
ministérios — validada ontem, são três os níveis de aumentos: 2,7%,
4,51% e 6,31%. Nas prateleiras, porém, há títulos até 15% mais caros.
A justificativa dos representantes comerciais é de que, com a autorização para aumentar os preços, os tradicionais descontos foram reduzidos ou mesmo cortados e que, com isso, a variação final ficou maior que a anunciada pelo Executivo. Os vendedores que ainda não repassaram o aumento dizem que o farão a partir de segunda-feira, quando novos lotes chegarão às lojas.
A justificativa dos representantes comerciais é de que, com a autorização para aumentar os preços, os tradicionais descontos foram reduzidos ou mesmo cortados e que, com isso, a variação final ficou maior que a anunciada pelo Executivo. Os vendedores que ainda não repassaram o aumento dizem que o farão a partir de segunda-feira, quando novos lotes chegarão às lojas.
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