Membros do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) obstruíram
trecho da BRs 304 e 406 na manhã desta segunda-feira (15) entre
Ceará-Mirim e Natal. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, os dois
sentidos da rodovia foram bloqueados.
Na BR-304, o trecho interditado fica no Km 285, nas proximidades do
restaurante Coisas da Roça, em Macaíba, cidade da Grande Natal. Segundo a
PRF, a rodovia foi liberada por volta das 8h45. Pouco tempo depois, no
Km 282, a pista voltou a ser bloqueada por cerca de 100 manifestantes.
Já na BR-406, são dois os trechos
bloqueados: no Km 100, em João Câmara, e no Km 163, na comunidade de
Maçaranduba, em Ceará-Mirim, que também faz parte da região
Metropolitana da capital potiguar. "Aqui em Ceará-Mirim estão passando
normalmente ambulância, alguns profissionais (médicos) e outras
situações que tenham urgência e emergência", informou o agente J. Neto,
da PRF.
Os três trechos das BRs 304 (Macaíba) e 406 (João Câmara e Ceará-Mirim)
obstruídos no início da manhã desta segunda-feira (15) por membros do
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no Rio Grande do
Norte estão liberados e o tráfego de veículos já flui normalmente,
segundo a Polícia Rodoviária Federal.
"Todos os pontos de rodovias federais que se encontravam interditados
pelo MST foram totalmente liberados a partir da 12h55. Trânsito fluindo
normalmente", comunicou Roberto Cabral, do núcleo de comunicação da PRF.
Ainda segundo Cabral, o MST obstruiu as rodovias cobrando a suspensão de uma liminar que estabeleceu a reintegração de posse do prédio da Emparn em Caicó,
na região Seridó do estado. O prédio, que em dezembro do ano passado
havia sido invadido por manifestantes, foi desocupado a mando da
Justiça. As famílias deixaram a sede do órgão de forma amigável e não
houve resistência.
A ocupação da sede da Emparn em Caicó durou 10 dias. Neste período, o
MST cobrou reuniões com representantes do Instituto Nacional de
Colonização e Reforma Agrária (Incra) e da Secretaria Estadual de
Agricultura para tratar sobre reforma agrária.
Fonte: G1 RN




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