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quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Prefeitos do Brasil voltam a discutir aumento do FPM

Brasília (DF) – O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, recebeu nesta terça-feira (2), em Brasília, o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski. O presidente da CNM estava acompanhado de representantes das federações estaduais de municípios. Eles discutiram com Henrique Alves a votação da Proposta de Emenda à Constituição que amplia, em até 2%, o Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Luiz MacêdoAlém do presidente da Confederação, presidentes de federações estaduais estiveram na CâmaraAlém do presidente da Confederação, presidentes de federações estaduais estiveram na Câmara

Paulo Ziulkoski ressaltou o empenho de Henrique Alves para aprovar a matéria em tramitação numa comissão especial presidida pelo deputado João Maia (PR-RN). A PEC tem como relator o deputado Danilo Fortes (PMDB-CE). “O senhor vestiu a nossa camisa e assumiu essa bandeira como se fosse sua como presidente da Câmara”, disse Ziulkoski. Henrique Alves assegurou a aprovação da matéria até o final deste ano.

ALTERNATIVA
Como o Senado já aprovou matéria semelhante ampliando o FPM em 1%, os líderes municipalistas já admitem a possibilidade de apoiar a proposta dos senadores para agilizar a aprovação de algum aumento nos repasses de recursos para os munícipios. As entidades representativas dos prefeitos aceitam discutir a proposta caso haja a antecipação de um aumento de 0,5% para o FPM já em 2015, como forma de aliviar a atual crise financeira das prefeituras. Esse aumento representaria um acréscimo de R$ 1,8 bilhão já no próximo ano. Já a provação da PEC que amplia os repasses em 1% garantiria mais R$ 8 bilhões às prefeituras a partir de 2016.

Pelas regras atuais, a União repassa ao FPM 23,5% da arrecadação do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

DIREITOS HUMANOS
Brasília (DF) – O presidente da Câmara dos deputados, Henrique Eduardo Alves, recebeu em seu gabinete, em Brasília, nesta terça-feira (2) a ministra dos direitos Humanos, Ideli Salvatti.  Eles discutiram a votação do Projeto de Resolução da Câmara (PRC) 234/13, que cria o Prêmio Evandro Lins e Silva de Direitos Humanos. Henrique Alves disse que o pedido de urgência para votação da matéria ainda depende de entendimento entre os líderes partidários.

A ministra estava acompanhada de integrantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e do deputado Renato Simões, autor da projeto, entre outros defensores da proposta. O PRC, que institui o prêmio para pessoas e instituições comprometidas com a defesa dos Direitos Humanos, será concedido anualmente pela Câmara dos Deputados.

O presidente da Câmara reconhece o prêmio como uma justa homenagem à biografia de Evandro Lins e Silva, importante jurista e operador do direito brasileiro, reconhecido na área dos Direitos Humanos pela defesa de presos e perseguidos políticos durante o regime militar. O documento entregue ao presidente da Câmara relembra a importância do jurista Evandro Lins e Silva. “O prêmio será de suma importância para a valorização e reconhecimento dos Direitos Humanos e daqueles que lutam pela nobre causa”, ressaltou Cláudio Ribeiro, secretário da OAB.

JUIZES DO TRABALHO
Brasília (DF) – O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, recebeu nesta terça-feira (2), em Brasília, uma comissão de juízes do trabalho, sob a liderança do presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Paulo Schmidt.

Os juízes pediram o apoio de Henrique Alves para reverter o veto presidencial à proposta, aprovada em duas votações na Câmara dos Deputados, que prevê a remuneração adicional dos magistrados em acúmulo de função.

Uma das alternativas que serão apresentadas por Henrique Alves para discussão no Colégio de Líderes é o projeto 7891/14, de iniciativa do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que trata do assunto. Os integrantes da Anamatra pediram a votação do pedido de urgência para acelerar a votação da matéria.

O presidente da Câmara lembrou aos magistrados que propostas semelhantes de autoria do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também deram entrada na Casa e serão apreciadas pelos deputados.

Tribuna do Norte

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