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domingo, 7 de dezembro de 2014

Caicó: Em menos de 12 horas dois homicídios. O terceiro em menos de 48 horas

Sem controle! Essa é a palavra chave para demonstrar o momento em que vive a cidade de Caicó, interior do RN.
Das 19hs de ontem (6), sábado para ás 06hs deste domingo (7), dois homicídios foram registrados.

O primeiro aconteceu na zona oeste, bairro João Paulo II, a vítima foi Onaldo Cleiton da Silva, mais conhecido por “Naldinho” ou  “Jacaré Tatuador”, 36 anos, residente na rua Julieta Lopes, no mesmo bairro a onde aconteceu o crime. Segundo informações de pessoas próximas a ele, Jacaré foi morto por desconhecidos em uma emboscada próximo a sua casa, ele ainda foi socorrido às pressas para o Hospital regional do Seridó, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos provocados pelos tiros e morreu.
O segundo homicídio aconteceu por volta das 05:20hHm na zona norte, no bairro Recreio. As primeiras informações dão conta de que um homem identificado como Jorge Antônio da Costa,  foi morto nas imediações do supermercado original. Os suspeitos teriam sido pelo menos duas pessoas que fugiram após cometeram o crime.

Autoridades sem controle:

Mesmo ainda sem ninguém admitir, as autoridades perderam o controle da situação. A violência, e outros crimes como tráfico de drogas, tomam conta das ruas de Caicó. Assaltos, Homicídios, Tráfico de Drogas, são crimes presenciados pela população diariamente. Enquanto isso as autoridades demostram fraqueza, e a população é refém deste PODER que surgiu e toma conta de Caicó.

Omissão de instituições

Se autoridades dão demonstração de que perderam o controle, as instituições (Como Igrejas, Católicas, protestantes, clubes de serviços, e movimentos sociais, poder público) são totalmente omissos a situação grave em que se encontra Caicó.

Números da violência

Das 15hs da última sexta feira (5) até o fechamento desta matéria ás 06:5-Hm do domingo (7), foi registrado oficialmente, três homicídios, um assalto à mão armada (amarrando a vitimas) sem contar na quantidade drogas comercializadas.

Por Roberto Flávio

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