Em seu discurso, Luiz Candido Villaça, lembrou que mais do mais do que um poder, o cargo daqueles ali diplomados é um dever. “As atribuições outorgadas devem ser usadas dentro do limite da lei, para que, que cada um, honre os votos recebidos nas urnas”, destacou o magistrado.
Para o promotor eleitoral, Geraldo Rufino de Araújo Júnior, estamos “vivendo um momento extremamente importante, com o “desafio nos próximos quatro anos” de buscar “o desenvolvimento econômico, social e a melhoria nas condições de vida. A Câmara deve ser a caixa de ressonância do que o povo quer”, disse ele.
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