
Esta é uma daquelas notícias que causa angústia em todas as mães e pais. Um menino de
1 ano e 5 meses matou um
filhote de cobra com uma mordida, e não se feriu. O fato aconteceu neste domingo (1º) em
Mostardas, no litoral do Rio Grande do Sul. Em entrevista ao
Gaúcha Hoje,
nesta manhã, a mãe Jaine Ferreira conta que a criança brincava no pátio
de casa quando o fato ocorreu. Ao ficar em silêncio demais, a mãe foi
verificar o que estava acontecendo. Ela levou um grande susto, ao
encontro o pequeno Lorenzo segurando uma cobra:
- Eu estava dentro de casa. Ele entrou na sala com a cobra na mão e
na boca, mordendo. Eu gritei pro meu marido. Lorenzo tinha sangue na
boca e nas mãos. Eu acredito que ele pensou que era um brinquedo, pois
ele estava faceiro com ela na boca.
A mãe conta que eles moram na área urbana de Mostardas, onde não é comum o aparecimento de cobras.
- Eu estava dentro de casa. Ele entrou na sala com a cobra na mão e
na boca, mordendo. Eu gritei pro meu marido. Lorenzo tinha sangue na
boca e nas mãos. Eu acredito que ele pensou que era um brinquedo, pois
ele estava faceiro com ela na boca.
Os pais levaram rapidamente a criança até o hospital. O médico Gilmar
Carteri, que atendeu o garoto, acredita que o menino não foi picado
pois mordeu a cobra próximo da cabeça, o que impediu que o animal
atacasse.
- Foi o menino que matou a cobra. Eu percebi que (a criança) não
apresentava sinal (de picada). A gente fez exames, todos deram negativo.
A criança foi liberada para casa sob observação.
O médico encaminhou fotos do animal morto para o Centro de
Informações Toxicológicas do Estado. A hipótese de ser uma
jararaca foi descartada. A bióloga do CIT, Kátia Moura, disse tratar-se
de uma cobra-capim, que não é venenosa.
Os pais levaram rapidamente a criança até o hospital. O médico Gilmar
Carteri, que atendeu o garoto, acredita que o menino não foi picado
pois mordeu a cobra próximo da cabeça, o que impediu que o animal
atacasse.
- Foi o menino que matou a cobra. Eu percebi que (a criança) não
apresentava sinal (de picada). A gente fez exames, todos deram negativo.
A criança foi liberada para casa sob observação.
O médico encaminhou fotos do animal morto para o Centro de
Informações Toxicológicas do Estado. A hipótese de ser uma
jararaca foi descartada. A bióloga do CIT, Kátia Moura, disse tratar-se
de uma cobra-capim, que não é venenosa.