Grazielle foi morta por esganadura, ou
seja, o agressor usou as mãos para asfixiá-la. Depois de cometer o
crime, conforme contou o delegado, o homem bebeu água sanitária e pediu
ajuda à recepção do motel porque estava passando mal. Ele foi levado à
Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Jardim Paulista e já recebeu alta
médica.
O casal havia dado entrada no motel às
2h30. O delegado Humberto Farias Ramos disse que ainda não sabe a
motivação do crime – está aguardando o suspeito chegar ao Departamento
de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) para interrogá-lo. O perito
Gilmário Lima afirmou que, no local, havia vestígios de cigarros,
bebidas alcoolicas e cocaína, como a perícia inicial do Instituto de
Criminalística comprovou.
“Nós encontramos no local uma cena de
consumo de bebida alcoólica, uma pequena quantidade e de cocaína, que
segundo o acusado, os dois fizeram uso da cocaína, após terem saído de
uma festa. Também tinha várias ‘bitucas’ de cigarro, bebidas e
recolhemos tudo isso para provar que só existiam os dois na cena do
crime”, explicou o perito criminal Gilmário Lima.
Suspeito foi preso e confessou o crime
Segundo os parentes de Grazielle
Caçazans, que ia completar 27 anos este mês, o ex-marido não aceitava o
fim do relacionamento. “Ele não admitia que ela saísse, que ela tivesse
namorado, a vida dela era cercada, ele cercava ela mesmo depois que se
separaram”, lembra a tia da vítima, Verônica Luiz.
A família afirma que o enterro será no cemitério Parque das Flores, mas ainda não há definições sobre data e horário.
G1
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