
“Eu já conhecia este sentimento, da nossa caminhada rumo ao governo. Naquele momento, preferi não comentar, para não parecer oportunismo eleitoral. Agora que deu certo eu posso falar. Esse é um sentimento coletivo. Se existir oposição é de uma ínfima minoria. E nada melhor do que um governo novo para abraçar este projeto. Não tenho o poder de realizar, mas vou ajudar na articulação”, declarou Robinson Faria.
O governador disse que, a partir da reunião, é necessário estabelecer um cronograma de atividades em prol do projeto. Ele sugeriu a Dom Jaime e às entidades envolvidas a elaboração de uma nova carta consulta – a primeira foi apresentada à União, mas não teve resposta. “Vamos então fazer essa nova carta consulta, reunir a bancada federal e em seguida ir ao Ministério da Educação”, adiantou.
Presente à reunião, a deputada federal Zenaide Maia (PR) também se propôs a ajudar na articulação política em Brasília. O projeto da Universidade precisa ser enviado pela União ao Congresso Nacional para ser aprovado e, em seguida, implantado. “No que depender de mim, como seridoense, mobilizarei a bancada e os demais colegas parlamentares para aprovarmos em Brasília”, declarou a republicana.
Escolhido para apresentar a proposta ao governador durante a reunião, o padre João Medeiros Filho, assessor acadêmico da Faculdade Dom Heitor Sales, ressaltou a necessidade da Universidade para a região Seridó, devido à sua produção cultural própria, à necessidade de liberdade e à adequação da educação superior à realidade local. Ele argumentou que a região tem quadro docente e demanda de alunos justificáveis para o cumprimento do pleito.
Participaram da reunião com o governador também os deputados estaduais Nélter Queiroz (PMDB) e Álvaro Dias (PMDB), nove prefeitos seridoenses, além de vereadores e representantes de diversas entidades.
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