Os policiais civis teriam participado da troca de tiros que resultou na morte de Alexandro Mendonça. O garoto levou um tiro na cabeça enquanto conversava com amigos na calçada da rua Seu Lima, no bairro Santo Antônio. Os três agentes realizaram exames no Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep) que apontarão quem foi o autor do disparo que matou o adolescente. O inquérito foi aberto inicialmente pela Dehom, mas a investigação passará para uma comissão de três delegados nomeada pela Delegacia Geral de Polícia Civil (Degepol) nesta terça.A Comissão de Direitos Humanos da OAB também irá acompanhar a investigação. De acordo com a Ordem dos Advogados do Brasil, a intenção é assegurar que os policiais investigados tenham seus direitos respeitados e que a família da vítima obtenha a resposta da justiça. Além do caso de Alexandro, a entrevista foi convocada com o objetivo de conhecer os problemas enfrentados pela Polícia Civil em Mossoró, sobretudo a Delegacia de Homicídios.
Três delegados investigam caso
A comissão designada pela Degepol será formada pelos delegados Denys Carvalho, Helder Carvalho de Almeida e Nivaldo Floripes Batista. A portaria, assinada pelo delegado geral Adson Kepler, foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (15). Para formar a comissão, a Degepol cita que o caso tem "relevante interesse público, repercussão social que rodeiam o fato e despersonalização da investigação".
G1/RN
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