Uma previsão que caicoense nenhum gostaria de ouvir, mas é a
realidade defendida pelo DNOCS, através de seu coordenador estadual,
José Eduardo Wanderley. Em entrevista à imprensa na tarde desta quarta
(07), Eduardo demonstrou toda sua preocupação com a rapidez com que o
açude, principalmente fonte de abastecimento da cidade, tem reduzido seu
volume d’água. Atualmente é de apenas 10%, quase considerado como
“volume morto”, pela Secretaria de Recursos Hídricos e o próprio DNOCS.
Eduardo acredita que se não chover, e as previsões indicam para um inverno normal, ou abaixo da média, a água que encontra-se hoje represada no Itans só dará para abastecer Caicó até o mês de abril. Depois disso, um colapso por falta d´água poderá ser inevitável. “Adutora você tem que puxar água de algum
canto, e não existe hoje nenhum manancial para puxarmos água pra Caicó. Armando Ribeiro já está com 34% e já temos uma adutora de engate rápido para Jucurutu, mas é uma cidade equivalente a um terço de Caicó. Pra cá, vai ser complicado. Estamos estudando, se preciso for vamos perfurar poços na área urbana também”, disse o coordenador.
Marcos Dantas
Eduardo acredita que se não chover, e as previsões indicam para um inverno normal, ou abaixo da média, a água que encontra-se hoje represada no Itans só dará para abastecer Caicó até o mês de abril. Depois disso, um colapso por falta d´água poderá ser inevitável. “Adutora você tem que puxar água de algum
canto, e não existe hoje nenhum manancial para puxarmos água pra Caicó. Armando Ribeiro já está com 34% e já temos uma adutora de engate rápido para Jucurutu, mas é uma cidade equivalente a um terço de Caicó. Pra cá, vai ser complicado. Estamos estudando, se preciso for vamos perfurar poços na área urbana também”, disse o coordenador.
Marcos Dantas
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