Segundo a Polícia Militar, o ato pode ter sido reação de Gilson Lima Meneses, portador de problemas mentais, à falta de medicamento de uso controlado. Ele teria se revoltado após saber que deveria retirar medicação em outro prédio público.
Gilson sofreu queimaduras de terceiro grau enquanto ateava fogo e manuseava gasolina. Fugiu e foi localizado pela Polícia Militar, que acionou o Serviço Móvel de Urgência. Precisou ser transferido para o Hospital Walfredo Gurgel, em Natal.
Na Secretaria, o fogo destruiu computadores e documentos. No momento, havia servidores e uma senhora
com uma criança dentro do prédio. Ninguém se feriu. A investigação está conduzida pelo delegado regional Renato Oliveira.
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