O setor de telefonia móvel também se abateu com a crise
econômica. De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações
(Anatel), de janeiro do ano passado a junho deste ano, cerca de 35
milhões de linhas pré-pagas foram canceladas no país. Os consumidores
estão buscando alternativas mais econômicas para se comunicar, trocando
mensagens por aplicativos e, até mesmo, realizando ligações através da
internet.
É o que tem feito a jornalista Catharine Matos. Como é natural de Canavieiras, ela mantém duas linhas de celular – uma com o DDD 73 e outra com o de Salvador, local onde atualmente reside – mas costuma colocar créditos somente em uma das operadoras. “Eu converso mais através de ferramentas como Whatsapp e Telegram. Troco mensagens de voz e, se estiver com pacote de dados, faço ligações pelos aplicativos”, afirmou.
Se a situação de Catharine, que está empregada, já está difícil, imagine para o estudante de artes, Victor Mota. “Nem lembro qual foi a última vez que coloquei recarga no meu celular. Sempre priorizo outras contas e uso o Facebook, pelo computador, para me comunicar com as pessoas”, brinca. A expectativa, segundo a consultoria Teleco, é que o segmento continue em baixa e que mais 20 milhões de números deixem de existir.
É o que tem feito a jornalista Catharine Matos. Como é natural de Canavieiras, ela mantém duas linhas de celular – uma com o DDD 73 e outra com o de Salvador, local onde atualmente reside – mas costuma colocar créditos somente em uma das operadoras. “Eu converso mais através de ferramentas como Whatsapp e Telegram. Troco mensagens de voz e, se estiver com pacote de dados, faço ligações pelos aplicativos”, afirmou.
Se a situação de Catharine, que está empregada, já está difícil, imagine para o estudante de artes, Victor Mota. “Nem lembro qual foi a última vez que coloquei recarga no meu celular. Sempre priorizo outras contas e uso o Facebook, pelo computador, para me comunicar com as pessoas”, brinca. A expectativa, segundo a consultoria Teleco, é que o segmento continue em baixa e que mais 20 milhões de números deixem de existir.
Uol
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