A vitória da chapa de oposição significa um cenário extremamente desfavorável para a presidente Dilma Rousseff na comissão especial que elaborará e votará parecer sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff. A composição prevista inicialmente pelo governo tinha 36 parlamentares de partidos da base, 16 independentes e 13 claramente de oposição.
A derrota pela chapa composta pela oposição e dissidentes de PMDB, PP e PSD, a comissão ficará praticamente pró-impeachment. Serão 35 deputados de oposição, 10 “independentes” – conta que inclui, porém, partidos que tendem a votar pelo impeachment, como os quatro representantes do PSB – e apenas 20 aliados do governo.
Neste cenário, a oposição terá maioria – 53% da comissão – e o governo apenas 30%. Será feita uma eleição suplementar na quarta-feira para eleger os representantes dos partidos que não compunham a chapa 2, como o PT, e que ficaram de fora da comissão.
A chapa eleita é composta pelos seguintes deputados:
PMDB
- Carlos Marun (MS)
- Flaviano Melo (AC)
- Lelo Coimbra (ES)
- Lúcio Vieira Lima (BA)
- Manoel Júnior (PB)
- Mauro Mariani (SC)
- Osmar Serraglio (PR)
- Osmar Terra (RS)
- Bruno Covas (SP)
- Carlos Sampaio (SP)
- Nilson Leitão (MT)
- Paulo Abi-Ackel (MG)
- Rossoni (PR)
- Shéridan (RR)
- Bebeto (BA)
- Danilo Forte (CE)
- Fernando Coelho Filho (PE)
- Tadeu Alencar (PE)
- Delegado Éder Mauro (PA)
- Evandro Roman (PR)
- João Rodrigues (SC)
- Sóstenes Cavalcante (RJ)
- Jair Bolsonaro (RJ).
- Jerônimo Goergen (RS)
- Luiz Carlos Heinze (RS)
- Odelmo Leão (MG)
- Benito Gama (BA)
- Ronaldo Nogueira (RS)
- Sérgio Moraes (RS)
- Fernando Francischini (PR)
- Paulinho da Força (SP)
- Eduardo Bolsonaro (SP)
- Marco Feliciano (SP)
- Mendonça Filho (PE)
- Rodrigo Maia (RJ)
- Major Olímpio (SP)
- Alex Manente (SP)
- André Fufuca (MA)
- Kaio Maniçoba (PE)
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