Se cuidar da educação financeira já é uma lição de casa difícil para
os adultos, quando o orçamento mais apertado atinge o consumismo dos
seus filhos e a imagem deles na escola, fica ainda pior. Uma pesquisa
realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela
Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que 30% das
mães entrevistadas acreditam que seus filhos já sofreram discriminações
por não terem os mesmos produtos dos colegas.
Esta situação, no entanto, não ocorre em segmentos específicos da
população. “É um aspecto que transita em todas as classes sociais e
faixas etárias, sem diferença estatística”, diz a economista-chefe do
SPC Brasil, Marcela Kawauti. “Não importa a idade da criança ou
adolescente, e nem se ele pertence à classe A ou C, no colégio sempre
existe alguma modinha de produtos específicos, e o aluno que não tiver
pode vir a ser discriminado”, analisa.
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